Dia 7 de março de 2025 o mundo teve a oportunidade de receber o mais novo lançamento de Lady Gaga, o intitulado álbum Mayhem marcando assim o início de uma nova era na carreira da cantora e um retorno às suas origens do dark pop.
Para quem conhece a carreira de Lady Gaga, desde os primórdios lá em 2008 quando ela implacava os primeiros lançamentos do álbum The Fame sabe que a cantora sempre teve influências de David Bowie, Prince e Michael Jackson, seja pelas performances, ritmos e letras.
Em sequência com Born This Way, a presença de batidas mais pesadas e letras mais densas foi o que marcou e popularizou Lady Gaga. Consequentemente, sintetizadores, guitarras elétricas e metais construíram uma base sólida para, então, chegarmos ao“Mayhem” com todos esses elementos consolidados.
Além disso, o novo disco descreve uma fusão de sua persona pública e sua identidade pessoal, revelando camadas mais profundas de sua arte e vivências. O álbum conta com 14 faixas inéditas, incluindo os singles de sucesso “Disease”, “Abracadabra” e “Die With a Smile”.
“Killah”, uma colaboração com o DJ francês Gesaffelstein, se destaca como um dos pontos altos da produção. “Die With A Smile” é uma parceria com Bruno Mars. A produção de Mayhem ficou por conta da própria Lady Gaga, Andrew Watt e Cirkut, resultando em uma sonoridade coesa e inovadora.
Para aqueles que apreciam Lady Gaga, este é o melhor produto de sua carreira. “Mayhem” conseguiu trazer todas as influências, lutas internas, aspirações e mostrar quem é, de fato, a cantora e qual seu propósito. Isso fica ainda mais evidente com as primeiras apresentações ao vivo que vêm sendo realizadas.
Veja abaixo a apresentação no SNL que Lady Gaga fez de Abracabadra e Killah. Essa performance, surpreendendo aos fãs com muita referência às suas influências de Prince e Bowie..
Muito mais que Mayhem
Dessa forma, falar sobre Lady Gaga não se limita apenas às questões musicais. Durante sua trajetória, é preciso também citar todas as polêmicas, acusações e críticas que sofreu por se posicionar sobre política, sexualidade e tantas outras pautas.
No clipe de “Disease”, por exemplo, é possível notar essa briga que Lady Gaga travou contra si mesma para conseguir chegar aonde está. As batalhas internas e mentais sobre a mulher dentro e fora dos palcos. Tudo isso é sentido dentro de “Mayhem”, é o resultado vencido que teve contra tudo que disseram dela e que ela duvidou de si mesma.
Lady Gaga no Rio
Vale lembrar, por fim, que já tem show marcado no Rio de Janeiro e já existem datas para turnês de divulgação de “Mayhem”. E vocês, o que acharam dessa nova era? Conta aqui nos comentários qual é sua faixa favorita. Pessoalmente, apaixonado por “Garden of Eden”, foi a primeira a me cativar, sem contar as que foram lançadas antes do álbum.
No mês de junho é comemorado o Pride Month também conhecido mês do orgulho LGBTQIA+. Em contexto histórico foi nesse mês em 1969 que aconteceu a rebelião de Stonewall na cidade Nova York. Ficando marcado como o mês de empoderamento e memória a todas as lutas e conquitas da comunidade pelos seus direitos civis e sociais.
E a música sempre foi um poderoso instrumento de expressão e união principalmente para a comunidade. Durante um tempo não se podia expressar os seus sentimentos e emoções sem que fosse de maneiras subliminares. Ao longo das décadas, diversas canções se tornaram hinos que celebram o amor. E do fortalecimento da autoaceitação e a luta por igualdade, inspirando e motivando gerações.
Pensando nisso, estou aqui novamente fazendo e atualizando a lista de músicas em comemoração ao Pride Month.
Da década de 60 a 80
Your Song – Elton John (1967) – Uma balada sobre o amor e a aceitação. Your Song se tornou um hino LGBTQIA+ que celebra a diversidade e a individualidade. A letra poética e a melodia emocionante serviu como um hino para aqueles que enfrentam a rejeição por causa de sua orientação sexual ou identidade de gênero.
Village People – Village People (1978) – A canção desafiou os estereótipos da época, celebrando a diversidade dentro da comunidade e abrindo caminho para maior visibilidade e representatividade.
I’m Coming Out – Diana Ross (1980) – A letra inspiradora e a melodia contagiante celebraram a visibilidade e a autenticidade, inspirando milhões de pessoas a se assumirem sem medo.
Década de 80
It’s Raining Men – The Weather Girls (1983) – Com seu ritmo dançante e letra bem-humorada sobre desejos fantasiosos. Se tornou um hino LGBTQIA+ que celebra a sexualidade e o prazer. A canção desafiou as normas heteronormativas da época e promoveu a positividade sexual dentro da comunidade.
Smalltown Boy – Bronski Beat (1984) – A canção narra a história de um jovem gay que se sente pressionado e deslocado em sua cidade natal. Então decide fugir para encontrar aceitação em um lugar mais aberto. A letra fala explicitamente sobre a experiência de um jovem gay deixando sua cidade natal para trás. Versos como “Mãe nunca vai entender por que você teve que partir” e “O amor que você precisa nunca será encontrado em casa” descrevem a falta de aceitação e o sentimento de exclusão.
True Colors – Cyndi Lauper (1986) – a cantora coloca aqui sobre querer ver as cores que estão escondidas dentro das pessoas. Dizendo ainda que é por causa dessas cores que ela os ama. Encoraja a não ter medo de ser e se mostrar quem é, pois somos todos lindos como um arco-iris.
Anos 90 e 2000
Vogue – Madonna (1990) – Homenageando a cultura ballroom e a comunidade drag queen, a música se tornou um hino que celebra a expressão artística e a autoafirmação. A canção desafiou as normas de gênero e sexualidade da época, promovendo a diversidade e a inclusão.
Freedom! – George Michael (1990) – um hino poderoso sobre a luta por liberdade e igualdade. Um grito de liberdade do prórpio cartor que precisou se posicionar sobre sua sexualidade já que sempre era visto como um galã padrão.
Beautiful – Christina Aguilera (2002) – em uma vibe mais sentimental, a música nos mostra que devemos ser mais fortes do que as pessoas pensam e dizem sobre nós. Percebermos nossa beleza não apenas exterior, mas também interior. E não deixar que a sociedade nos sufoque.
De 2010 até hoje
All The Lovers – Kylie Minogue (2010) – originalmente não foi escrita como temática LGBTQIA+. Entretanto a música fala sobre o amor não ter barreiras, deixar o passado para trás e não se importar com o que os outros dizem. Além de contar com um clipe que coloca diversos casais, inlcusive homoafetivos.
Firework – Katy Perry (2010) – a letra é sobre todo o tipo de descrimisação social que as pessoas sofrem. O que reforça em “você é unico, não pode ser substituído, você apenas sabe que deve aguardar o futuro, pois depois da tempestade vem sempre um arco-iris”
Dancing On My Own – Robyn (2010) – aqui temos a parte de fortalecimento para os menbros da comunidade. Lembrar que mesmo em situações em que não se sente pertencente, dançando sozinho e se sentir excluído. A melodia traz força e motiviação para não se deixar para baixo.
Born This Way – Lady Gaga (2011) – Celebra a autoaceitação e a autenticidade. A letra poderosa e a melodia contagiante inspiraram milhões de pessoas a se amarem e se aceitarem como são, desafiando os padrões de beleza e aceitação tradicionais.
Same Love – Macklemore & Ryan Lewis (2012) – Um hino poderoso sobre o amor igualitário e a luta contra a homofobia. A letra inspiradora e a melodia contagiante promoveram a aceitação do casamento LGBTQIA+ e desafiaram os preconceitos da sociedade.
Girls / Girls / Boys – Panic! At the Disco (2013) – uma música que coloca em pauta os bissexuais e sobre amar não ser uma escolha. O clipe apesar de simples coloca a ideia de transparência já que o vocalista está nú. Mostrando que as forma de amar não precisam ser escondida e nem podem ser ocultadas por roupas ou esteriótipos.
WE EXIST – ARCADE FIRE(2014) – Eescrita pelo vocalista Win Butler, narra a história de um jovem que se assume gay para o pai. Versos como “Pai, é verdade, sou diferente de você” e “Mas me diga por que me tratam assim?” expõem a dor e a confusão que muitos jovens LGBTQ+ enfrentam ao lidar com a rejeição familiar.
Everyone is Gay – A Great Big World (2014) – uma melodia leve e divertida, a música coloca em pauta que se você é hetero, ok que legal, faça então seu papel social. Além do toque irônico dizendo “faça mais filhos gays para toda a humanidade”.
HIM – Sam Smith (2017) – uma letra super reflexiva sobre um jovem conversando com “Deus”. Pedindo para que “ELE” não se irrite por quem ele amar ser um rapaz. Mostrando toda a pressão social e religiosa que existem sobre as pessoas LGBTQIA+
Boys Who Like Boys – Eli Lieb (2021) – viva o amor e seja amor para quem precisa de amor. Uma música que fala sobre o amor entre pessoas e não importa o gênero.
Viva o Pride Month
Tem quem pense que o mês de junho deve ser pesado em memória a tudo o que aconteceu na comunidade. Entranto, é também um momento de celebrar o amor e os direitos que foram conquistados durante todos esses anos. Dessa forma, procure eventos e manifestações do pride month perto de onde você mora. Participe e dê encorajamento aos que ainda não se sentem confortáveis em se abrirem socialmente.
Playlist Pride
Eu criei uma playlist la no Spotify com diversas outras músicas e várias gêneros com temas LGBTQIA+. Nem todas puderam ser incluídas por não terem algum tipo de empoderamento ou militância. Se quiser ouvir só clicar aqui. Be Pride of yourself.
The relentless cycle of fast fashion can make you feel like a puppet under the influence of trends. Entering, there is a way out: timeless menswear. It’s not about following strict rules or clinging to outdated styles. We’re making choices to truly build a wardrobe with versatile pieces that transcend seasons and trends. Think stylish, well-made clothes that you can mix and match for an effortless style that will never go out of style.
Advantage – Looking Good and Feeling Great
A timeless fashion wardrobe goes far beyond aesthetics. It offers a multitude of benefits that improve your life:
Streamlined Closet, Boosted Confidence: Say goodbye to constant closet cleaning! Timeless pieces mean less wasted space and more high-quality clothes you can trust. Therefore, the chance of making a mistake is smaller.
Effortless Mornings, No More Outfit Anxiety: When you have key people to compose sophisticated looks, it becomes much simpler to choose the people you will dress before leaving the house. It eliminates that stress of looking at your closet thinking about which piece to choose. You can wear a crisp white shirt and dark jeans for a casual day, or layer the same shirt under a timeless blazer for a more formal occasion.
Sustainable Style: By investing in higher quality pieces, you avoid buying too many clothes too often. Which will generate benefits for the environment and for your wallet. It’s time to stop buying clothes that deform after a few washes.
Develop Your Signature Style:Express Yourself, Not Trends: Timeless fashion empowers you to define your unique look. It’s not about following fleeting trends, but about expressing your personality through classic pieces that resonate with you. Maybe you favor a clean and minimal aesthetic, or perhaps you lean towards a more rugged, outdoorsy vibe. When you build a timeless wardrobe, you immediately allow yourself to create your unique style without being dictated by the latest trends.
Building Your Timeless Fashion Wardrobe
Transitioning to a timeless fashion wardrobe takes time and intentionality. Here’s a step-by-step guide to get you started:
Unearthing Timeless Gems: Take Stock of What You Already Own. Identify the pieces that have consistently received compliments, that you feel comfortable in and that have held up well over time. This is your timeless foundation! A perfectly fitted white oxford, a well-fitting pair of dark jeans or a versatile navy blazer can be the starting point for countless stylish looks.
Identify the Gaps: Consider investing in a few key pieces that will fill the gaps and provide maximum versatility. It could be a crisp white t-shirt, neutral-colored pants like khaki or olive, or a timeless leather jacket.
Quality Over Quantity: When purchasing, prioritize quality over quantity. Choose pieces that you know will last. Look for clothes made from fabrics like heavy cotton or premium wool. While the initial cost may be higher, these pieces will maintain their shape, look better longer, and ultimately save you money in the long run compared to constantly replacing cheap clothing.
Accessorize Wisely: Think about a statement scarf that adds a pop of color, a traditional wristwatch that complements your style, or a versatile leather bag that can be dressed up or down depending on the occasion. In addition to complementing the look, they bring personality
Extend the Life of Your Timeless Treasures: Proper care extends the life of your clothes. Treat them well by following the care instructions. Invest in good storage solutions, such as cedar hangers, to avoid wrinkles and mold, as well as other products to deter pests. By taking care of your clothes, you will ensure that they remain stylish for years to come.
Timeless style isn’t a rigid formula.
There is no rigid rule, there are standards that help guide. Make a choice that, in addition to reflecting your personality, is classic pieces that make you feel more confident. This will build an effortless, long-lasting style that allows you to look good, feel great, and project a confident persona to the world.
Tem gente que acha que é normal jogar comida que estragou por não ter usado. Assim como existem pessoas que acham normal abrir o guarda roupa e encontrar várias peças ainda sem usar. Isso é a cultura do consumismo.
Consumo é o ato de você adiquirir ou possuir algo que seja necessário para sua vida. Logo, é um ato que existe desde sempre, sejam por meio do consumo de alimentos, bebidas e vestimento. Por outro lado, após o desenvolvimento industrial surge um novo termo, o consumismo. E desde então, a sociedade que conheciamos mudou radicalmente.
Conceito de consumismo
“O conceito mais antigo de “consumo conspícuo” tem origem na virada do século XX nos escritos de Veblen. O termo descreve uma forma aparentemente racional e confusa de comportamento econômico. Segundo Veblen, esse consumo desnecessário é uma forma de exibição do status, muitas vezes às custas das privações. A expressão “consumo conspícuo“, que descrevia o consumismo observado nos Estados Unidos no pós-guerra, generalizou-se na década de 1960, mas logo foi ligada ao debate sobre a cultura de massa. O termo é muitas vezes associado à crítica do sociólogo e economista Thorstein Veblen, à cultura de massa e à indústria cultural.” definição via Wikipédia.
A definição pode ser curta, mas tem uma carga de informações e de peso enorme. Se você prestar atenção vemos que a mudança começa com a revolução industrial e passa a se expandir no mundo pós-guerra.
Revolução industrial
O mundo que até então apenas conseguia produzir de maneira artezanal e manual, com a introdução das máquinas acelerou os meios de produção. Isso gera um aumento no volume resultante de produtos, com isso passa a ser necessário que as industrias livrem-se dos estoques para não terem prejuízos.
Logo, com o apoio e desenvolvimento dos meios de comunicação em massa, injeta-se na mente das pessoas a necessidade de comprar. Passa de comprar por necessidade, para a necessidade de comprar pelo simples fato do ter.
Entra aqui algo chamado status, as pessoas passam a ter preocupação com sua imagem e posição social de maneira mais preocupante. Certamente você já viu que para você ser feliz, é preciso tomar uma Coca-Cola.
E por mais que muita gente saiba que não vai ser a Coca-Cola a lhe trazer felicidade, a propaganda gera sim uma imagem de que beber tal refrigerante proporciona bem-estar.
Dei exemplo da Coca-Cola, mas poderia listar muitas outras empresas que passaram a criar um slogan para influenciar as pessoas a comprarem seus produtos, pois somente assim elas iriam se sentir bem, poderosas, felizes etc.
A indústria cultural criou uma massa de pessoas que passam a seguir tudo que ali é dito. Como uma regra, uma religião, algo quase que sagrado. Vai me dizer que nunca viu alguém brigar com você quando você diz que algum produto famoso não é tão bom assim.
Nos tempos atuais, as pessoas passaram a comprar smartphones assim que cada novo modelo é lançado, não só pelo status de terem algo novo, moderno, o conhecido “de última geração”, mas também pelo fato de que as próprias empresas passam a descontinuar suporte ao cliente a modelos considerados antigos.
Conseguem perceber que tudo é uma manobra para forçar você a gastar mais e mais?
E o meio ambiente?
Chegamos em um ponto ainda mais delicado, as questões ambientais e os impactos que o consumismo causou. A lógica é simples. Quanto mais você compra, mais você descarta, ou seja, mais lixo você produz. Eu comecei o texto falando sobre comida, mas já pensou na quantidade de lixo eletrônico que é gerado diariamente?
Todo o aumento do uso de plástico, agrotóxicos, metais pesados e afins, geram danos terríveis ao meio ambiente. Matando animais, plantas, poluindo solo e ar. Um dos resultados mais conhecidos é o aquecimento global. Pois com o aumento da quantidade de automóveis, cresce a quantidade de gases poluente jogados na atmosfera.
O ter e não o ser
O excesso da necessidade de se ter torna-se tão importante que passa a ser mais do que o ser. Dessa forma, o consumismo passa a ser uma forma de status social, fazendo com que esteja sempre associado à posição social ou represente quem você é.
Não obstante, o processo torna-se algo mais grave ainda, e que em alguns casos evolui para algo patológico. Infelizmente, o consumismo tornou-se algo tão grave que hoje é tratado dentro da psicologia. Tratado com remédio por conta do descontrole nas compras.
Vou exemplificar: atualmente, quando você visita ou conhece determinados lugares, automaticamente, você passa a ter um certo prestígio. E normalmente, as pessoas passam a realizar tal tipo de atividade apenas para se inserirem nesse lugar privilegiado. Na maioria das vezes, a pessoa vai até esse lugar badalado não por gostar, mas pra se sentir pertencente.
Reflexão
Eu fiz um podcast falando também sobre o assunto do consumismo. Se quiser ouvir o clique aqui. Analisem sobre sua vida, perceba se você não está refem desse vício de comprar. Comente aqui comigo o que achou do texto.
Lançado em 2022 na Netflix, Purple Hearts rapidamente conquistou o público com sua história de amor envolvente e trilha sonora original marcante. O filme acompanha Cassie Salazar, uma aspirante a cantora e compositora que enfrenta dificuldades financeiras. Do outro lado da história está Luke Morrow, um fuzileiro naval em serviço no Iraque. Apesar de suas diferenças de personalidade e origens distintas, os dois se unem em um casamento de conveniência por motivos financeiros. No entanto, o destino coloca à prova a força desse relacionamento quando Luke é ferido em combate e retorna aos Estados Unidos.
Enredo
Cassie, interpretada por Sofia Carson, é uma jovem idealista e talentosa que luta para pagar suas contas e realizar seus sonhos musicais. Ela trabalha como garçonete e bartender para se sustentar. Entretnato enfrenta a dura realidade da indústria musical e além da pressão familiar para ter um plano B. Luke, vivido por Nicholas Galitzine, é um jovem patriota que se alista no Corpo de Fuzileiros Navais buscando propósito e um futuro melhor.
Cassie e Luke
Após um encontro casual, Cassie e Luke decidem se casar por conveniência. O acordo permite que Cassie receba os benefícios militares de Luke enquanto ele está em serviço. Luke, por sua vez, recebe o apoio financeiro de Cassie para pagar suas dívidas. Inicialmente a união são é nada por amor. Ao longo do filme, eles desenvolvem uma amizade, enquanto se comunicam por cartas durante a missão de Luke no Iraque.
A vida de ambos muda drasticamente quando Luke é gravemente ferido em uma explosão e retorna aos Estados Unidos com traumas físicos e emocionais. Essa é uma das cenas mais fortes do filmes, na minha opinião. Cassie, então, se torna responsável por cuidar dele. Diante disso, ela se depara com os desafios da adaptação de Luke à vida civil e as consequências da guerra em sua saúde mental.
Cassie e Luke
Temas abordados
Assistimos a complexa relação entre Cassie e Luke, que se desenvolve de um casamento de conveniência para um amor verdadeiro. Além disso, é retratada as questões de diferenças de classe social, cultura e ideologia entre os protagonistas. Destaca a força de vontade e a capacidade de superação dos personagens diante das adversidades da vida. E também aborda de forma sensível os traumas físicos e psicológicos que os soldados enfrentam ao retornar da guerra. Completando tudo isso, como todas essas questões afetam o relacionamento entre o casal.
Purple Hearts – Recepção e impacto
Cassie
Purple Hearts alcançou grande sucesso na Netflix, se tornando um dos filmes mais assistidos da plataforma em diversos países. O filme foi elogiado por sua história emocionante, atuações convincentes e trilha sonora marcante. Aqui celebrado o amor, a superação e a força do espírito humano. A história de Cassie e Luke convida o público a refletir sobre as diferentes formas de amor, os efeitos da guerra e a importância da esperança em tempos difíceis. A trilha sonora original complementa a narrativa de forma poderosa, tornando o filme ainda mais memorável.
Já conhecia esse filme? Assista e ouça a trilha sonora abaixo e depois comente aqui sua opinião. Não se esqueça de compartilhar essa postagem com alguém que ama um romance.